Riscos e cuidados do verão na piscina

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Tempo seco exige cuidados redobrados com a saúde
Baixa umidade relativa do ar aumenta risco de doenças respiratórias

Após um longo período enfrentando dias frios, nada como voltar a sentir o calor gostoso do sol, dias agradáveis, ensolarados, com roupas leves, porém dias assim tem se transformado em um grande problema, à baixa umidade do ar que tem deixado muitas cidades em alerta. Como não há previsão de chuva para as próximas semanas essa baixa umidade deixa péssimas as condições atmosféricas do ar que está abaixo dos 20%.

Dentre os problemas que o clima seco nos traz, o principal são os problemas respiratórios que nos tiram literalmente o ar, são vários os casos de pneumonias, sinusites, gripes, resfriados e alergias que aumentam em quase 25% em períodos de tempo seco, sem contar à poluição que atinge níveis críticos, devido a esse acúmulo de poluentes com gazes tóxicos que não conseguem se dispersar na atmosfera ocorrem mais problemas como, dores de cabeça, irritações nos olhos, nariz e garganta que pode ficar extremamente seca, voz rouca podendo desenvolver inflamação na faringe.

Com pouca chuva, ocorre um aumento nos níveis de substâncias como dióxido de enxofre e material particulado, devido às piores condições de dispersão.

Os efeitos na saúde são imediatos. A sensação é de ressecamento no nariz e garganta, dificuldade para respirar, irritação nos olhos, entre outros sintomas.

A baixa umidade pode afetar as vias aéreas e desencadear problemas respiratórios como asma, bronquite e rinite.

Veja abaixo os cuidados para os dias de ar seco:
-Tome bastante água. Para você ter certeza de que está bebendo a quantidade suficiente de água, tome o dobro do que está acostumado. Por exemplo: se você bebe quatro copos de água por dia, tome oito em dias secos.

-Para aumentar a umidade do ar na sua casa, use um umidificador. Se você não tem um aparelho desses, faça o seguinte: molhe uma toalha de banho grande e torça. Pendure a toalha molhada entre duas cadeiras, deixando uma das pontas mergulhada numa bacia ou em um balde cheio d’água.

-Use creme hidratante no corpo e no rosto. Se você sentir os lábios secos, use um protetor labial

-Preste atenção nas pessoas acima dos 75 anos e nos bebês de até 1 ano. Ofereça bastante água para eles. Bebês que se alimentam exclusivamente do leite materno podem ganhar um pouquinho de água. Se ele estiver inquieto depois da mamada e não se acalmar, ofereça um pouco de água.

-Para ter certeza de que as crianças estão bebendo bastante água, ofereça a elas um copo o tempo todo. Depois, observe se elas estão fazendo xixi. Se a criança não está indo ao banheiro frequentemente, ou se, quando vai, faz pouco xixi, isso é um sinal de que ela precisa de mais água.

-Atividades físicas ao ar livre e exposição ao sol também devem ser evitadas – principalmente no horário entre as 10h e 16.

-Na hora das refeições, prefira comidas leves: saladas, frutas, verduras, macarrão com molhos leves e pouca carne.

Como cada verão, a cena se repete salva-vidas cartaz ou piscina proíbe de cabeça para a piscina e os turistas ignoram as advertências e saltar de qualquer maneira. Eu acho que é bom lembrar que o mergulho na piscina originam lesões graves e precisam estar cientes do risco e consequências.

A lesão de costume que é sofrido por este tipo de acidente é um tetraplégico, ou seja, perda movildad todo o corpo, do pescoço para baixo. Para aumentar a conscientização do risco, você está usando um sinal de alerta do “pensar sobre isso, não vá de cabeça para baixo.”

O objetivo da campanha é apresentar lesões, que são relativamente comuns e muito grave, e incentivar o uso do senso comum, com recomendações como consistente como:

-Verificar que a profundidade é adequada. Inspecione a área antes do lançamento.
-Não lançar se a água estiver turva ou não você pode ver que o fundo está livre de obstáculos.
-Verificando a profundidade, mesmo se uma área conhecida, tal como tem sido capaz de variar o nível de água.
-Use uma boa técnica, mantendo os braços como extensões do corpo.

Não saltar de altitude elevada, se você não está treinado para isso, e se matou com água está causando ferimentos graves.

Em suma, não é para assustar, mas simplesmente a relatar uma realidade trágica que ocorre a cada verão e que pode ser prevenida, simplesmente usando a cabeça mais do que bater com ela, a água (ou rocha).

O cloro é uma substância que, mesmo em doses baixas, pode irritar a pele, pois retira a camada protetora da derme e dos cabelos, que acabam ficando ressecados.
Também prejudica as mucosas dos olhos e do nariz. Essas irrita visão costumam desaparecer sozinhas, mas merecem atenção porque podem estar também associadas a infecções, alergias e até aferimentos. Além disso, os atendimentos oftalmológicos mais comuns dura são motivados porque as pessoas adoram nadar com os olhos abertos e não usam os óculos de natação.Veja abaixo algumas perguntas e respostas: Você pode fazer a sua também.

1.Posso entrar na piscina?
Não há problema em tomar banho de piscina se a movimentação na água for moderada. Use sempre o bom senso e tudo correrá bem. “O banho de lazer na piscina deve ser sem atividade física, apenas para relaxar. Quem deseja fazer exercício deve procurar aulas de hidroginástica com um profissional especializado”

2.Posso tomar sol?
Os cuidados com a exposição ao sol devem ser redobrados durante a gravidez. “A pele da gestante é mais sensível, por esse motivo ela deve optar por um protetor solar com fator de proteção máximo e evitar os picos de sol”, esclarece o obstetra Yuri Sampaio. “O sol deve ser aproveitado no começo da manhã e no final da tarde, sempre com protetor solar e sem se esquecer do chapéu e do guarda-sol”, reforça Eduardo de Souza, professor do Departamento de Obstetrícia da Universidade Federal de São Paulo. Todos esses cuidados impedem que os raios solares incidam diretamente sobre a pele e minimizam o risco do aparecimento das manchas características dessa fase.

3.O biquíni molhado pode trazer problemas?
A roupa de banho úmida em contato com o corpo por muito tempo pode causar infecções na vulva e na vagina de qualquer mulher. No caso da gestante, é ainda mais perigoso porque a gravidez a deixa mais sujeita a doenças como a candidíase vaginal. O ideal é não permanecer com o biquíni molhado por muito tempo.

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