O outro lado de “Noé”

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O novo filme lançada nos cinemas semana passada, “Noé”, conta sua longa aventura citada no Antigo Testamento da Bíblia.

Alguns não gostaram do filme, outros acharam “daora”. Eu, a partir do trailer, já gostei.”É uma história por trás da história”, um novo jeito de mostrar a todos um fato da Bíblia.

Com tanto fanatismo e gente querendo enxergar ofensa onde não existe, é de de se esperar que o filme não iria agradar a todos – alguns nem concordam em retratar em imagens santos e profetas. Mas os religiosos moderados (onde acredito que a maioria da população se encaixa) ou até mesmo os que não seguem nenhuma doutrina, podem gostar – e muito – da produção.

Para quem nunca se dedicou à leitura do Velho Testamento, essa é a chance de entender um pouco mais sobre a linha de suceção de Adão, por exemplo, ou quem foi Matusalém além de um homem que viveu por muito tempo. Quem está familiarizado com o texto, vai gostar de ver como Aronofsky imaginou a arca e sua solução para que os animais não se matassem lá dentro.

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E o grande trunfo do longa, na minha opinião, é mostrar como Noé foi um homem dividido entre seu dever junto à Deus e seu amor por sua família. O quanto ele sofreu com a indecisão e como foi difícil interpretar o que lhe estava sendo pedido. Ver tanta morte, tanto em visões em sonhos quanto na vida real, o transformaram em um homem amargo que em determinado ponto do filme você passa a odiar, assim como sua esposa e seus filhos, mas que encontra no apoio da família uma forma de se reerguer.

Em um site/blog, uma mulher comentou que não gostou muito, pois houve alguns momentos que, além de não serem citados, estavam diferente do descrito na Bíblia.

Acho que neste ponto de vista ela está certa, mas precisamos ver o lado bom das coisas, pois é um filme. Só o fato de estar mostrando um episódio da Bíblia é bom!

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