Já pensou em começar um e-commerce? Saiba como!

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Aproveite a oportunidade para abrir um negócio próprio lucrativo.

O comércio eletrônico no Brasil vem crescendo com intensidade: só em 2012 é esperado um faturamento de R$22,5 bilhões, graças a um aumento de 21% com relação ao ano passado, segundo pesquisa realizada pelo site WebShoppers. As vendas são voltadas para todos os tipos de seguimentos, desde eletrodomésticos até assinatura de jornais e revistas. Ótima ideia para quem quer começar um negócio próprio, mas não pode arcar com os custos de uma loja física. O coordenador do Núcleo de Estudo e Negócios em Marketing Digital da ESPM Pedro Waengertner explica o que é necessário para ter um e-commerce e dá dicas para criar uma marca de renome na internet. Entre em 2013 com o pé direito nos negócios!

Conhecendo melhor
“O primeiro passo é o estudo do marcado”, diz. De acordo com ele, é imprescindível saber em qual mercado se está entrando, qual o seu tamanho, quais as suas necessidades e quem são as pessoas interessadas nele. “Saber se o setor está apertado demais, por exemplo, pode mostrar que não vale a pena investir, pois a pessoa teria que cobrar um preço baixo demais e isso complicaria a rentabilidade e o crescimento”, explica. Outra dica é não fazer exatamente o mesmo que empresas já reconhecidas fazem. “Já tem gente tão boa, imitar não é uma boa ideia”, afirma.

Clientes e fornecedores
Passada a fase de preparação do terreno, é preciso aplicar o marketing. “Qual a forma mais barata e eficiente de conseguir clientes? É preciso analisar as opções como links patrocinados em sites de busca, parceiros na internet… São muitas possibilidades”, diz Waengertner. Ele também lembra que você precisará de um fornecedor que possa trabalhar no seu ritmo. Por exemplo, se você pretende vender roupas de fabricação própria, deverá encontrar uma loja de tecidos que possa entregar em dia.

Entrega
Uma vez que os pedidos sejam feitos, você terá que entregar o produto. “Aí, terá que descobrir como fazer isso, sabendo qual a melhor estrutura de custo”, afirma. Nesse ponto, tudo depende da abrangência: se decidir entregar apenas regionalmente, um motoboy será o suficiente, porém em uma área maior, terá que utilizar os Correios. “Mas tudo isso precisa entrar em um planejamento financeiro que você consiga entender bem”, avisa Waengertner.

Ferramentas
Algo que também será importante é a forma de atividade na Internet. “Deve-se analisar a necessidade de o site ter ou não versão mobile, em quais plataformas irá agir”, conta. Segundo ele, estar presente em uma loja online em site ou apenas no Facebook é uma questão de escolha de canal, já que ambos têm a mesma essência. Entretanto, “o que dá certo mesmo é a combinação, com as redes sociais ajudando na parte de relacionamento e comunicação”.

Estoque e presença física
Waengertner afirma que, para começar, não é preciso ter um grande estoque a sua disposição. “No início é melhor trabalhar com tempo de entrega, ou seja, se receber um pedido, combine um prazo que dê tempo para produzir”, explica. Além disso, não é preciso ter um local de atendimento físico. “A loja pode muito bem existir apenas online. O importante é ter estruturados os seus canais de atendimento como e-mail e telefone”, afirma.

Este texto está sendo compartilhado. Fonte: DAQUIDALI

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